domingo, 29 de novembro de 2020

EXPANSÃO DO AMOR UNIVERSAL

 


EXPANSÃO DO AMOR UNIVERSAL



No coração repousa uma jóia perfeita. Os ventos da experiência levarão o homem a despertar para o seu brilho radiante e alegre, partilhando de forma real e exata a sua luz ente si e com o mundo.

 

Mas a irradiação do Amor é uma tarefa exigente: implica sabedoria, ritmo, precisão, silêncio e consciência purificada. Um peregrino que assuma a evolução superior tem diante de si uma senda infinita, onde múltiplas leis ocultas se entrelaçam para o estimular, provar, fortalecer e instruir, levando-o, finalmente, no silêncio das Câmaras Internas à consagração.

Continuamente somos estimulados e ampliados na nossa capacidade de, acima de tudo, AMAR. Cada momento e cada situação convergem para nos levar a um nível mais elevado na escala do AMOR.

 

Mas o que significa, realmente, amar? O que significa unir? Unir como os homens unem ou unir como o Divino nos busca revelar? Qual a diferença entre a necessidade de união humana e a necessidade de união divina? Como realizar a Unidade no mundo?

 

A Senda do Amor parece conter dois elementos complementares: Intensidade e Qualidade.

 

A Intensidade corresponde ao aspecto magnético e aglutinador do amor: coesão e união vibratória entre dois seres ou conjunto de seres. Está ligado ao impacto das energias cósmicas vibrando a Unidade diretamente sobre o nosso veículo emocional. A intensidade resulta da Fonte Única, em seu avassalador e terrível poder de amar e da força totalizante em nós criando ímpeto para tudo unir, negando-nos à ilusão da multiplicidade, para afirmar a verdade maior no tempo.

 

A Qualidade corresponde ao aspecto Sabedoria, Percepção Cósmica, ligado ao impacto da Radiação de Amor sobre o centro intuitivo. A qualidade do Amor estrutura a nossa irradiação segundo a natureza profunda da origem divina energia cósmica e aperfeiçoa a nossa real motivação perante a contínua tarefa de transmissão-emanação.

 

PRATICANDO A AUTO COMPAIXÃO (as razões do corpo) Mestra Kwan Yin


 

PRATICANDO A AUTO COMPAIXÃO (as razões do corpo)

Mestra Kwan Yin

 


Muito do que sentimos hoje vem do que acumulamos em nosso corpo causal, de acordo com as nossas ações, pensamentos, sentimentos...tudo que vibramos... e a compreensão de nossas limitações faz com que consigamos ver a luz na imensa escuridão que por vezes nos encontramos...

 

Amores que terminam, a morte de pessoas queridas, amizades que se vão, empregos perdidos, doenças... carências afetivas e emocionais, nos limitam demais ... a falta de uma boa auto estima, os medos, as falsas realizações do ego, ressentimentos, etc...tudo isso nos afasta de nosso centro espiritual, trazendo tristezas, ansiedades, depressões em nós...

 

Lembrando as sílabas sagradas :

 

OM – representa o corpo de todos os Buddhas

 

MANI – significa jóia em sânscrito

 

PADME – significa lótus – (Padme-pronúncia Sânscrita – Peme - pronúncia tibetana)

 

HUM – HUNG – representa a mente de todos os Buddhas

 

(Bokar Rimpoche) - inspirado em texto do site da Comunidade Kwan Yin de Rose Colaneri

 

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

RITUAL DE KWAN YIN PARA COMBATER O MEDO

 



RITUAL DE KWAN YIN PARA COMBATER O MEDO

Vania Mendes


 

O medo é um dos sentimentos que mais impossibilita ou retarda uma ação.

Ao sentirmos medo, todo nosso corpo se retesa, músculos, nervos e tendões, articulações e movimentos.

Os órgãos alvo do medo, são os rins. Sendo afetados também o fígado, estômago e coração.

O medo provocado por um estímulo externo, provoca no instante maior,grande descarga de adrenalina.

O medo que brota interiormente do ser, aquele fecundado pela própria mente, este é

mais perigoso. Não é tão intenso quanto ao provocado por estímulos externos; é entretanto capaz de desencadear pânico, ou ainda, levar à depressão.

Cuidemos pois dos nossos medos.(Vânia Mendes)

Nossa amada Mãe Kwan Yin nos oferece este Ritual:

 

LÓTUS, A FLOR SAGRADA

 


LÓTUS, A FLOR SAGRADA



Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China. E é venerada em todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.

A fumaça do incenso envolve como nuvens os monges budistas do templo DoiSuthep, construído no século XIV nos arredores da cidade de Chiang Mai, no norte da Tailândia. Ao amanhecer, como de costume, eles levam nas mãos os botões rosados da flor de lótus, espalhando um perfume suave no ar. Com voz grave, murmuram um dos principais mantras, os cânticos sagrados do Budismo:

"OM MANI PADME HUM"

Originária do antigo idioma sânscrito, a frase significa: "Ó jóia preciosa de lótus". Terminada a oração, eles depositam uma quantidade tão grande de lótus sob os pés de Buda que quase soterram a imagem sagrada.

Milhões de pessoas de vários países asiáticos acreditam que o mantra do lótus tem a capacidade de transformar as pessoas em seres puros e iluminados como o próprio Buda.

Na Índia, está relacionada à criação do mundo. De acordo com as escrituras indianas, foi do umbigo do deus Vishnu que teria nascido uma brilhante flor de lótus, e dela surgido outra divindade, Brahma, o criador do cosmo. Nas gravuras indianas, deuses costumam aparecer em pé ou sentados sobre a flor.

São assim, por exemplo, as representações do deus-elefante Ganesha, de Lakshmi, a deusa da prosperidade, e de Shiva, o criador e destruidor.

A Salvadora Compassiva

 


A Salvadora Compassiva

Kuan yin - A Salvadora Compassiva Kuan Yin é a Salvadora Compassiva do Leste. Por todo o Oriente altares dedicados a esta Mãe da Misericórdia podem ser achados em templos, casas e grutas nos caminhos. Orações à Presença dela e à sua Chama estão incessantemente nos lábios dos devotos à medida que buscam orientação e socorro em todas as áreas da vida.

Muito presente na cultura oriental, Kuan Yin tem despertado interesse em seu caminho e ensinamento entre um número crescente de devotos ocidentais, que reconhecem a poderosa presença da "Deusa da Misericórdia", junto com a da Virgem Maria, como iluminadora e intercessora da Sétima Era de Aquário.

A longa história de devoção a Kuan Yin mostra-nos o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz que não somente dedicou sua vida a seus amigos mas sempre assumiu o papel de intercessora e redentora. Durante séculos, Kuan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana em seu papel de bodhisattva (chinês p'u-sa), literalmente, "um ser de bodhi, ou iluminação", destinado a se tomar um Buda, mas que renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.

O nome Kuan Shih Yin, como é freqüentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve as lamentações do mundo". Segundo a lenda, Kuan Yin estava para entrar no céu, porém parou no limiar ao ouvir os gritos do mundo.